sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Leão de Judá

Julie Ackerman Link
Isaías 31:1-5
…Não chores; eis que o Leão 
da tribo de Judá, a Raiz de 
Davi, venceu… —Apocalipse 5:5
Gênesis 13–15
Mateus 5:1-26 
*
Os leões preguiçosos da reserva de caça Masai Mara do Quênia pareciam inofensivos. Rolavam de costas por entre os arbustos rasteiros. Esfregavam suas caras nos galhos como se estivessem tentando pentear suas jubas magnificentes. Bebiam despreocupadamente em um riacho. Caminhavam vagarosamente pelos campos secos e ressequidos como se tivessem todo o tempo do mundo. A única vez em que vi seus dentes foi quando um deles bocejou.
Entretanto, essa aparência serena é enganosa. A razão de poderem estar tão à vontade é que não têm nada a temer — sem falta de alimentos e sem predadores naturais. Os leões parecem preguiçosos e indiferentes, mas são os mais fortes e ferozes animais. Um rugido faz todos os outros correrem para salvar suas vidas.
Às vezes, parece que Deus está inerte. Quando não o vemos trabalhar, concluímos que não está agindo. Ouvimos as pessoas escarnecerem de Deus e negarem Sua existência, e nos perguntamos ansiosamente, por que motivo Ele não se defende. Deus nada tem a temer “…não se espantam das suas vozes, nem se abatem pela sua multidão” (Isaías 31:4). A um rugido Seu esses difamadores sairão a correr, espalhados como roedores.
Se você questiona por que Deus não fica ansioso quando você está, saiba que Ele tem tudo sob controle. Ele sabe que Jesus, o Leão de Judá, triunfará. 

Com Deus no controle, nada temos a temer.

Fonte: Ministérios RBC

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Amor a Deus

David C. McCasland
Mateus 22:34-40
…Amarás o Senhor, teu Deus, 
de todo o teu coração, de toda
a tua alma e de todo o teu 
entendimento. —Mateus 22:37
Gênesis 10–12
Mateus 4 
*
Na breve biografia de São Francisco de Assis, G. K. Chesterton inicia por um olhar do interior do coração deste homem compassivo e singular que nasceu no século 12. Chesterton escreve: “Assim como São Francisco não amava a natureza humana, e sim o homem, do mesmo modo não amava o cristianismo, mas Cristo… O leitor não conseguirá nem mesmo começar a perceber o sentido de uma história que pode bem lhe parecer muito louca, até entender que, para esse grande místico, a sua religião era mais que uma teoria, algo que exigia grande envolvimento.”
Quando perguntaram a Jesus qual era o maior mandamento da Lei, Ele respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento” (Mateus 22:37-38). Quem perguntou queria testar Jesus, mas o Senhor lhe respondeu com o mais importante elemento para se agradar a Deus. Primeiro e antes de tudo, nosso relacionamento com Ele é uma questão de intimidade.
Se vemos Deus como um feitor e consideramos a obediência a Ele como um fardo, nos identificamos então com aqueles a quem o Senhor se referiu: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor” (Apocalipse 2:4).
O caminho da alegria é amar o Senhor de todo o nosso coração, alma e entendimento. 

Dê a Cristo o primeiro lugar, e você encontrará a alegria eterna.

Fonte: Ministérios RBC

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A superação da fé

Dave Branon
 
Com a minha voz clamo ao Senhor, 
e ele do seu santo monte me responde. 
Salmo 3:4
Gênesis 7–9
Mateus 3 
*
Poucas atitudes incapacitam mais as pessoas recém-contratadas do que críticas de veteranos. Bons empregadores sabem como proteger seus novos funcionários ao cercá-los com mentores dispostos a ampará-los de críticas desnecessárias.
Em questões como críticas e profundos desejos do coração, Ana é um exemplo de mentora (1 Samuel 1:1-18). Cercada por um marido que não a compreendia, uma rival provocativa e um sacerdote preconceituoso, ao esperar em Deus, Ana encontrou um caminho através do nevoeiro (v.10). Mesmo sabendo que Deus respondeu a oração do coração de Ana dando-lhe um filho, não sabemos ao certo se a benção de Eli foi um desejo ou uma promessa de Deus (v.17). Creio que seu semblante agora alegre, resultou, acima de tudo, da paz que recebeu por confiar no Senhor.
Fomos criados para nos relacionarmos com Deus; e quando tornamos nosso relacionamento mais íntimo, somos unidos não apenas à Sua presença, mas à Sua força. Orações que expressam nossos sofrimentos e emoções são seguramente bem recebidas pelo Senhor, pois demonstram nossa confiança nele. Com frequência, encontraremos perspectivas e quase sempre sairemos confortados, cientes que lhe entregamos tudo o que nos incomoda — sejam críticas ou desejos profundos — ao único capaz de perscrutá-los. 

Na oração, é melhor ter um coração sem palavras, do que palavras sem coração.

Fonte: Ministérios RBC

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Amor a Deus

David C. McCasland
 
Mateus 22:34-40
…Amarás o Senhor, teu Deus, de todo 
o teu coração, de toda a tua alma e de
todo o teu entendimento. —Mateus 22:37
Gênesis 10–12
Mateus 4 
*
Na breve biografia de São Francisco de Assis, G. K. Chesterton inicia por um olhar do interior do coração deste homem compassivo e singular que nasceu no século 12. Chesterton escreve: “Assim como São Francisco não amava a natureza humana, e sim o homem, do mesmo modo não amava o cristianismo, mas Cristo… O leitor não conseguirá nem mesmo começar a perceber o sentido de uma história que pode bem lhe parecer muito louca, até entender que, para esse grande místico, a sua religião era mais que uma teoria, algo que exigia grande envolvimento.”
Quando perguntaram a Jesus qual era o maior mandamento da Lei, Ele respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento” (Mateus 22:37-38). Quem perguntou queria testar Jesus, mas o Senhor lhe respondeu com o mais importante elemento para se agradar a Deus. Primeiro e antes de tudo, nosso relacionamento com Ele é uma questão de intimidade.
Se vemos Deus como um feitor e consideramos a obediência a Ele como um fardo, nos identificamos então com aqueles a quem o Senhor se referiu: “Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor” (Apocalipse 2:4).
O caminho da alegria é amar o Senhor de todo o nosso coração, alma e entendimento. 

Dê a Cristo o primeiro lugar, e você encontrará a alegria eterna.

Fonte: Ministérios RBC

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Coma muito, pague pouco

C. P. Hia
 
Salmo 63:1-8
…a minha alma tem sede de ti; 
meu corpo te almeja. —Salmo 63:1
Gênesis 1–3
Mateus 1 
*
Um hotel em Singapura lançou um serviço de buffet expresso — coma tudo o que puder em 30 minutos e pague apenas metade do preço! Depois da experiência, um hóspede relatou: “Perdi o meu decoro, enchendo a boca com mais comida a cada vez. Perdi minhas boas maneiras… e meu apetite pelo resto do dia, tão severa a minha azia.”
Algumas vezes penso que, em nossas leituras devocionais, tratamos a Palavra de Deus como um balcão de alimentos prontos. Devoramos tudo o mais depressa possível e admiramo-nos de não aprender com a experiência. Assim como o alimento físico, o alimento espiritual precisa ser mastigado! Muitos de nós, cristãos há bastante tempo, podemos tender a passar os olhos sobre versículos que já lemos muitas vezes antes. Ao agir assim, porém, perdemos o que Deus pretende nos mostrar. Temos a certeza de que isso acontece quando não aprendemos nada de novo com a passagem lida.
O desejo de Davi estava correto quando escreveu no Salmo 119:15: “Meditarei nos teus preceitos e às tuas veredas terei respeito.” Essa é a maneira de tratar a Palavra de Deus — dedicar tempo para apreciá-la em profundidade.
Jamais nos aproximemos da Bíblia como se estivéssemos indo a um buffet de restaurante! Somente ao meditarmos na Palavra de Deus, obteremos o que é de maior valor para nosso bem-estar espiritual. 

Ler a Bíblia sem refletir é como comer sem mastigar.

Fonte: Ministérios RBC

"Deus cuida"

(Marcelo Matias, Serafina Correa/RS) Leitura Bíblica: 1 Reis 19.1-7 _______________ Lancem sobre [Deus] toda a sua ansiedade, porque ele tem...