quinta-feira, 9 de junho de 2011

Pensamentos roubados

Mart De Haan
Salmo 13
Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre?… —Salmo 13:1
2 Crônicas 32–33
João 18:19-40 
*
Quando minha mulher e eu viajávamos por outro estado, alguém arrombou nosso carro após pararmos para almoçar. Olhando para o vidro estilhaçado, percebemos que havíamos nos esquecido de esconder o aparelho de GPS.
Verificando rapidamente o banco traseiro, concluí que o ladrão também levara meu notebook, passaporte e talão de cheques.
Em seguida, uma surpresa. Naquela mesma noite, após ligações telefônicas e horas de crescentes preocupações, o inesperado aconteceu. Quando abri minha mala, comprimido entre minhas roupas estava aquilo que eu pensara ter perdido. Eu mal conseguia acreditar no que estava vendo! Somente então me lembrei que não tinha colocado aquelas coisas no banco traseiro. Eu as havia colocado na mala, que estava guardada em segurança no porta-malas do carro.
Às vezes, na emoção do momento, nossas mentes nos pregam peças. Pensamos que nossa perda é pior do que realmente é. Podemos sentir-nos como o salmista Davi, que, na confusão do momento, pensou que Deus havia se esquecido dele.
Quando Davi mais tarde se lembrou do que sabia, em vez daquilo que temia, seu senso de perda transformou-se numa canção de louvor (Salmo 13:5-6). Sua alegria renovada prefigurou aquilo que agora devemos lembrar: Nada pode roubar-nos o que é o mais importante se nossa vida estiver “…oculta juntamente com Cristo, em Deus” (Colossenses 3:3). 

Coloque sua confiança no amor de Deus que está em seu coração — não no medo em sua mente.

Fonte: http://ministeriosrbc.org/

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Imprestável

Joe Stowell
Apocalipse 2:1-7
Tenho, porém, contra ti que abandonaste 
o teu primeiro amor. —Apocalipse 2:4
2 Crônicas 30–31
João 18:1-18 
*
Minha mulher, Martie, é uma ótima cozinheira. Sentar-se após um dia cansativo para apreciar suas delícias culinárias é um grande deleite. Às vezes, após o jantar ela cuida de algumas tarefas, deixando-me sozinho para escolher entre pegar o controle remoto ou arrumar a cozinha. Quando estou disposto, arregaço as mangas, coloco a louça na lavadora e lavo as panelas e frigideiras — tudo pela alegria de escutar o seu agradecimento, que costuma ser algo como “Uau, Joe! Nem precisava ter arrumado a cozinha!”, o que me dá a oportunidade de lhe dizer “Queria mostrar o quanto eu a amo!”
Quando Jesus censurou a igreja de Éfeso por abandonar seu “primeiro amor” (Apocalipse 2:4), eles estavam fazendo muitas coisas boas, mas não por amor a Ele. Embora fossem louvados por sua perseverança e paciência, do ponto de vista de Cristo, estavam sendo “bons” para nada.
O bom comportamento deveria ser sempre um ato de adoração. Resistir à tentação, perdoar, servir e amar uns aos outros são oportunidades para expressarmos, tangivelmente, nosso amor por Jesus — não para ganhar uma estrelinha ao lado do nosso nome ou um tapinha nas costas.
Quando foi a última vez em que você fez algo “bom” por amor a Jesus?

Atos de amor demonstram amor!

Fonte: http://ministeriosrbc.org/

terça-feira, 7 de junho de 2011

Deus é Deus

Albert Lee
Daniel 3
Mulheres receberam, pela ressurreição, 
os seus mortos. Alguns foram torturados, 
não aceitando seu resgate, 
para obterem superior ressurreição. 
(Hebreus 11:35)
2 Crônicas 28–29
João 17 
*
Quando as autoridades romanas solicitaram que Policarpo (69–155 d.C), bispo da igreja em Esmirna, amaldiçoasse Cristo se quisesse ser liberto, ele respondeu “Durante oitenta e seis anos o servi e Ele nunca me fez qualquer mal. Como posso blasfemar meu Rei que me salvou?” O oficial romano ameaçou: “Se você não mudar de ideia, ordenarei que você seja consumido pelo fogo.” Policarpo permaneceu cheio de coragem. Por não maldizer a Cristo, ele foi queimado numa estaca.
Séculos antes, quando três jovens denominados Sadraque, Mesaque e Abede-Nego enfrentaram ameaça similar, responderam: “Ó Nabucodonosor […] se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses” (Daniel 3:16-18). Uma experiência semelhante, mas consequências diferentes. Policarpo foi queimado vivo, mas Sadraque, Mesaque e Abede-Nego saíram incólumes da fornalha.
Dois resultados diferentes, mas a mesma demonstração de fé. Esses homens nos mostraram que a fé em Deus não é simplesmente fé naquilo que Deus pode fazer. Mas na crença de que Deus é Deus, dando-nos livramento ou não. Ele tem a palavra final e é nossa a decisão de escolher segui-lo ao longo das provações.

A vida é dura, mas Deus é bom — o tempo todo.

Fonte: http://ministeriosrbc.org/

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Tubarões- -touro

Bill Crowder
1 Pedro 4:12-19
Amados, não estranheis o fogo ardente 
que surge no meio de vós, destinado a 
provar-vos… —1 Pedro 4:12
2 Crônicas 25–27
João 16 
*
Após uma recente discussão durante o almoço, decidi pesquisar o comentário sobre um ataque de tubarão-touro ocorrido anteriormente no Lago Michigan. Parecia algo tão impossível que todos nós zombamos da possibilidade de existir tubarões num lago de água doce tão distante do mar. Encontrei uma página na internet que afirmava que um ataque de tubarão-touro havia ocorrido no Lago Michigan em 1955, mas nunca havia sido comprovado. Um ataque de tubarão no Lago Michigan? Se a história fosse verdadeira, seria deveras uma ocorrência rara.
Não seria maravilhoso se os tempos difíceis fossem como os ataques de tubarão-touro no Lago Michigan, raros ou até mesmo inverídicos? Mas, eles não o são. Sofrimentos e dificuldades são comuns, mas quando acontecem conosco, pensamos que não deveria ser assim.
Talvez seja por isso que o apóstolo Pedro, escrevendo aos seguidores de Cristo que viveram no primeiro século e que enfrentavam tempos difíceis tenha dito: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (1 Pedro 4:12). Essas provações não são anormais — e, passada a nossa surpresa, podemos voltar-nos ao Pai que ministra profundamente aos nossos corações e em nossas vidas. O amor dele nunca falha, e, em nosso mundo repleto de provações, esse tipo de amor é desesperadamente necessário. 

Deus, pelo brilho do Seu amor, pinta em nossas nuvens o arco-íris de Sua graça.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Histórias de uma cidade

Dennis Fisher
Naum 1
O Senhor é bom, é fortaleza no dia da angústia 
e conhece os que nele se refugiam. —Naum 1:7
2 Crônicas 19–20
João 13:21-38 
*
O livro de Jonas tem a elaboração de um grande roteiro de cinema. Contém um profeta fugitivo, uma terrível tempestade no mar, o profeta engolido por um grande peixe, Deus poupando a vida do profeta, e o arrependimento de uma cidade pagã.
Mas a continuação de Jonas — o livro de Naum — poderia não ser tão popular. Naum ministrou em Nínive como Jonas, mas cerca de 100 anos mais tarde. Dessa vez, os ninivitas não tinham interesse em arrependimento. Devido a isso, Naum condena Nínive e proclama julgamento sobre o povo.
À Nínive que se recusava a arrepender-se, o profeta pregou: “O Senhor é tardio em irar-se, mas grande em poder e jamais inocenta o culpado…” (Naum 1:3). Mas, Naum também tinha uma mensagem de misericórdia. Para confortar o povo de Judá, ele proclamou: “O Senhor é bom, é fortaleza no dia da angústia e conhece os que nele se refugiam” (v.7).
Vemos nas histórias de Jonas e Naum, que cada nova geração traz consigo a necessidade de uma resposta individual a Deus. A vida espiritual de uma pessoa não pode ser dada a outra; cada um de nós, precisa, de vontade própria, escolher servir ao Senhor, do fundo do coração. A mensagem de Deus é tão nova hoje quanto foi há centenas de anos: Julgamento para os que não se arrependem, mas misericórdia para os arrependidos. Qual será a sua resposta? 

Tão certo como o julgamento de Deus é a Sua misericórdia.

Fonte: http://ministeriosrbc.org/

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Vem, Senhor Jesus!

David H. Roper
Malaquias 4:1-6
…nascerá o sol da justiça,
trazendo salvação nas suas asas… 
(Malaquias 4:2)
2 Crônicas 17–18
João 13:1-20 
*
Segundo uma lenda, o nome do meu estado, “Idaho”, vem de uma palavra no idioma dos índios Shoshone: “i-da-háu”. Traduzida para o português, ela significa algo como “Observe! O sol nascendo sobre a montanha.” Penso nisso frequentemente quando o sol aparece sobre os picos do leste, derramando luz e vida no nosso vale.
Também penso na promessa de Malaquias: “…nascerá o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas…” (Malaquias 4:2). Essa é a promessa irrevogável de Deus de que nosso Senhor Jesus retornará e toda a criação “…será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (Romanos 8:21).
Cada nova aurora é um lembrete daquela manhã eterna em que o “sol brilhante do céu” se levantará com salvação em suas asas. Então, toda a criação será refeita de maneira irrevogavelmente correta. Não haverá costas ou joelhos latejantes, dificuldades financeiras, perdas, envelhecimento. Outra versão da Bíblia diz que, quando Jesus retornar, nós “…saltaremos como bezerros soltos do curral” (Malaquias 4:2, NVI). Essa é a minha maior imaginação e esperança.
Jesus disse “Certamente, venho sem demora” (Apocalipse 22:20). Ainda assim, venha, Senhor Jesus! 

Você tem motivo para otimismo se estiver aguardando o retorno de Cristo.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Pecado oculto

Cindy Hess Kasper
1 João 1:5-10
Tu, ó Deus, bem conheces a minha estultice, 
e as minhas culpas não te são ocultas. —Salmo 69:5
2 Crônicas 15–16
João 12:27-50 
*
Chico diminuiu a velocidade e parou quando bateram atrás de seu carro, empurrando-o contra o veículo à sua frente. Um exasperante som de esmagamento indicou que outros veículos haviam engavetado atrás dele.
Sentado em silêncio por um momento, Chico observou que o veículo logo atrás dele arrancava para juntar-se ao tráfego. Obviamente esperando evitar um encontro com a polícia, o motorista evadiu-se do local e não percebeu que deixara algo para trás. Quando os policiais chegaram, um deles ajuntou do chão a placa do carro evadido e disse a Chico: “Alguém estará à espera quando ele chegar à sua casa. Ele não vai se safar dessa.”
A Escritura diz “…sabei que o vosso pecado vos há de achar” (Números 32:23), como descobriu o homem que deixou a cena do acidente. Às vezes somos capazes de ocultar nosso pecado das pessoas à nossa volta, mas nada está “…oculto aos olhos [de Deus]” (Hebreus 4:13). Ele vê cada uma das nossas falhas, pensamentos e motivações (1 Samuel 16:7; Lucas 12:2-3).
Os cristãos recebem uma maravilhosa promessa: “Se confessarmos os nossos pecados […] [Deus] é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9). Portanto, não permita que os pecados inconfessos, chamados também “pecados ocultos”, estejam entre você e Deus (vv.6-7).

O pecado pode ser ocultado dos outros, mas nunca de Deus.

Fonte: http://ministeriosrbc.org/

"Deus cuida"

(Marcelo Matias, Serafina Correa/RS) Leitura Bíblica: 1 Reis 19.1-7 _______________ Lancem sobre [Deus] toda a sua ansiedade, porque ele tem...